terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Conto de Fadas Inclusivo

O projeto “Era uma vez um Conto de Fadas Inclusivo” é uma coleção de 11 livros, com textos e ilustrações de Cristiano Refosco. 

A inspiração foram os Contos de Fadas, com o diferencial de que os personagens principais apresentam algum tipo de deficiência, como mostra a ilustração ao lado. Os 11 livros terão ainda versão em áudio. 

Esse projeto tem apoio do Ministério da Cultura, Governo Federal, CULT Assessoria e Projetos Culturais e Lei de Incentivo a Cultura.

Sabia mais sobre o projeto no site: http://www.imaginancia.com.br


domingo, 12 de fevereiro de 2012

"O sucesso do seu evento, começa pelas escolhas certas"


Para você que não dispõe de tempo e necessita de auxílio para a escolha dos melhores profissionais para seu evento, casamento, aniversário... e com os melhores preços e descontos. Faremos todo o planejamento e cuidaremos de tudo o que for preciso para realizar o seu evento. 

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Eduardo e Mônica

Caros amigos... faz tempo que não dou o ar da graça por aqui... muito trabalho!
Mas esse video da VIVO em homenagem aos 25 anos da música Eduardo e Mônica, do
grande Renato Russo, fez com que eu voltasse aqui em meio a correria do dia-a-dia
para publicá-lo.

Simplesmente adorei... espero que gostem!



sexta-feira, 8 de abril de 2011

A EXECUTIVA BEM-SUCEDIDA ...

Foi tudo muito rápido. A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no peito, vacilou, cambaleou.
Deu um gemido e apagou.
Quando voltou a abrir os olhos, viu-se diante de um imenso Portal.
Ainda meio zonza, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas.Todas vestindo cândidos camisolões e caminhando despreocupadas. Sem entender bem o que estava acontecendo, a executiva bem-sucedida abordou um dos passantes:
- Enfermeiro, eu preciso voltar urgente para o meu escritório, porque tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida para cá por engano, porque meu convênio médico é classe A, e isto aqui está me parecendo mais um pronto-socorro. Onde é que nós estamos?
- No céu.
- No céu?.
- É.
- Tipo assim... o céu, CÉU...! Aquele com querubins voando e coisas do gênero?
- Certamente. Aqui todos vivemos em estado de gozo permanente.
Apesar das óbvias evidências nenhuma poluição, todo mundo sorrindo, ninguém usando telefone celular), a executiva bem-sucedida custou um pouco a admitir que havia mesmo apitado na curva.
Tentou então o plano B: convencer o interlocutor, por meio das infalíveis técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação era inaceitável. Porque, ponderou, dali a uma semana ela iria receber o bônus anual, além de estar fortemente cotada para assumir a posição de presidente do conselho de administração da empresa.
E foi aí que o interlocutor sugeriu:
- Talvez seja melhor você conversar com Pedro, o síndico.
- É? E como é que eu marco uma audiência? Ele tem secretária?
- Não, não. Basta estalar os dedos e ele aparece.
- Assim? (..)
- Pois não?
A executiva bem-sucedida quase desaba da nuvem. À sua frente, imponente, segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o próprio Pedro.
Mas, a executiva havia feito um curso intensivo de approach para situações inesperadas e reagiu rapidinho:
- Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva bem-sucedida e...
- Executiva. Que palavra estranha. De que século você veio?
- Do 21. O distinto vai me dizer que não conhece o termo 'executiva'?
- Já ouvi falar. Mas não é do meu tempo.
Foi então que a executiva bem-sucedida teve um insight. A máxima autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em modernas técnicas de gestão empresarial. Logo, com seu brilhante currículo tecnocrático, a executiva poderia rapidamente assumir uma posição hierárquica, por assim dizer, celestial ali na organização.
- Sabe, meu caro Pedro. Se você me permite, eu gostaria de lhe fazer uma proposta. Basta olhar para esse povo todo aí, só batendo papo e andando a toa, para perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para dar um upgrade na produtividade sistêmica.
- É mesmo?
- Pode acreditar, porque tenho PHD em reengenharia. Por exemplo, não vejo ninguém usando crachá. Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e quem faz o quê?
- Ah, não sabemos.
- Entendeu o meu ponto? Sem controle, há dispersão. E dispersão gera desmotivação. Com o tempo isto aqui vai acabar virando uma anarquia. Mas nós dois podemos consertar tudo isso rapidinho implementando um simples programa de targets individuais e avaliação de performance.
- Que interessante...
- É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização e um organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de perfis psicológicos não consigam resolver.
- !!!...???.!!!...???...!!!
- Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas factíveis de leverage, maximizando, dessa forma, o retorno do investimento do Grande Acionista... Ele existe, certo?
- Sobre todas as coisas.
- Ótimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing progressivo, encontrar sinergias high-tech, redigir manuais de procedimento, definir o marketing mix e investir no desenvolvimento de produtos alternativos de alto valor agregado. O mercado telestérico, por exemplo, me parece extremamente atrativo.
- Incrível!
- É óbvio que, para conseguir tudo isso, nós dois teremos que nomear um board de altíssimo nível. Com um pacote de remuneração atraente, é claro. Coisa assim de salário de seis dígitos e todos os fringe benefits e mordomias de praxe. Porque, agora falando de colega para colega, tenho certeza de que você vai concordar comigo, Pedro. O desafio que temos pela frente vai resultar em um Turnaround radical.
- Impressionante!
- Isso significa que podemos partir para a implementação?
- Não. Significa que você terá um futuro brilhante... se for trabalhar com o nosso concorrente. Porque você acaba de descrever, exatamente, como funciona o Inferno...

Por Max Gehringer

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Foi o 28 de Novembro...

Hoje eu queria ser um blogueiro normal - não um blogueiro que fala exclusivamente sobre liderança, gerência e fatos do dia-a-dia no ambiente corporativo. Hoje, queria exercer meu direito de imprensa independente, de brasileiro, de cidadão.

Gostaria hoje de exaltar o dia 28 de novembro de 2010 - o dia que o Morro do Alemão foi tomado pela coalizão de segurança formada pela brigada militar, marinha e exército brasileiros. É um dia para entrar para história. Talvez daqui a dez anos olhemos para trás, enquanto caminhamos tranqüilamente num parque em plena madrugada, e saibamos que só podemos fazer isso (andar de madrugada) devido ao dia 28 de novembro de 2010.

É o dia de dizer basta a vinte anos de direitos-humanos distorcidos, que exalta o assassino, que não podia ser nem tocado, mesmo que a vítima estivesse enterrada viva, e que condena um policial porque atirou em um sem-terra "só" porque ele vinha com um facão na direção dele, com o objetivo certamente de matá-lo.

É o dia de dizer basta a vinte anos de política populista burra. Se o cidadão não tivesse filho, ainda conseguiria entender que ele só estava sendo oportunista, mas um político que coloca um filho no mundo e fomenta a criminalidade, além de mal caráter e um assassino indireto, é um completo idiota, pois está fazendo mal aos seus filhos, netos e bisnetos. A esquerda imbecil, que faz oposição pela oposição, aquela oposição que só vai contra porque acha que pode ganhar votos - independente de estar certo ou errado - criou com o passar dos anos um clima de insegurança e impunidade dignos de filmes da idade média, em que um cidadão pode matar quantas pessoas quiser em seu território - como hoje ainda ocorre em muitas favelas do Rio de Janeiro.

É o dia das pessoas entenderem que um voto deve ser dado pensando no todo. Não é desculpa votar na pessoa porque você é funcionário público e acredita que, mesmo a pessoa sendo muito pior que o outro candidato, deve ela ser a vencedora senão seu salário tem chances maiores de ser congelado. O voto é algo muito maior. O voto define o futuro do país. Quem você escolheria para ser babá de seu filho de 6 meses se você tivesse que fazer uma viagem longa? Se você escolheu um ex-terrorista, aí sim, vote com a consciência tranqüila que está votando baseado em suas convicções.

É o dia de exaltar o BOPE - o Batalhão de Operações Policiais Especiais - que é hoje o símbolo de uma polícia que funciona no Brasil, onde corruptos não são tolerados dentro da organização e onde a força e o treinamento são usados objetivamente. Essa mesma polícia, principalmente a polícia civil, andava desacreditada no Brasil, pela força midiática dos mesmos esquerdinhas de merda que tocaram fogo em tudo o que poderia conter o crescimento político e o enriquecimento ilícito. A polícia, criada exatamente para combater esse tipo de pessoa, foi uma escolha óbvia para esses políticos que criaram diversas artimanhas para desestruturar a ordem no Brasil. Há corruptos na polícia? Certamente há, mas há em todas as profissões: médico, engenheiro, porteiro, gerente e, como bem se sabe, político. Se quisessem o bem do Brasil, não teriam tornado a polícia fonte de chacota, sucateada com orçamentos irrisórios, mas sim prendido os corruptos e dado o ferramental para o aparelhamento e o combate a esse tipo de corrupção ativa.

É o dia de olhar para a rua de dentro da sua sala, que provavelmente tem as janelas gradeadas e, quem sabe, pertence a uma casa localizada dentro de um condomínio que possui cerca elétrica e arame de concertina (aquele mesmo usado em campos de concentração), e pensar que talvez um dia você consiga estar ali, a 100 metros de onde está agora, sem sentir medo de ser roubado e assassinado. É o dia de começar a inversão dos valores atuais, que deixa os criminosos na rua enquanto, mesmo pagando impostos absurdamente altos, tenhamos que nos prender dentro de casa e pagar pela nossa própria segurança.

É o dia do início da esperança, que se Deus quiser não morrerá nos interesses de políticos corruptos que já estão procurando motivos para acabar com o grande levante popular causado pela invasão ao Morro do Alemão, que deixou no ar esse gostinho de "finalmente", que fez ressurgir um certo sentimento de nacionalismo, de jactância de nosso país, de ufanismo, que tanto incomoda quem quer enriquecer ilegalmente, quem só pensa em seu próprio umbigo.

É dia de pendurar uma bandeira do Brasil na sua casa.
É dia de desabafo.
É dia de blogueiro esquecer o foco do seu blog e exaltar a possível nova ordem do Brasil.
É dia de ser brasileiro.
É dia de ser feliz.

Por Dr. Zambol - matéria extraída do blog: Tribo do Mouse