quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Carpe Diem


Amanhã fico triste... amanhã!
Hoje não...
Hoje fico alegre!
E todos os dias, por mais amargos que sejam, eu digo:
Amanhã fico triste, hoje não...

Caio F. Abreu

Educação e Etiqueta

Hino Nacional

A execução do Hino Nacional, durante uma solenidade, só deve ser aplaudida se cantada ou executada por uma banda. Caso contrário, não cabe aplauso.

Outro erro que se comete é quando se trata da posição. É norma, segundo especialista, olhar para a bandeira se ela estiver sendo hasteada, se não, não há a necessidade de que mudemos de posição durante o hino. Em recinto fechado, com a presença da banda ou de som mecânico, deve-se manter posição respeitosa com o olhar natural para frente.

É importante saber que a pátria estará sendo representada pelo seu povo (a plateia) presente na solenidade.

Por Silvia Melo


NOTA DO BLOG:

Desde que participei do curso de Cerimonial Público, no ILP - Instituto Legislativo Paulista, e o grande meste e cerimonialista Carlos Takahashi nos deu um show de aula sobre a execução do Hino Nacional,  estou para escrever algo a respeito aqui no blog... Hoje recebi por e-mail esta matéria da Silvia Melo do jornal da UVESP, que resume o que gostaria de compartilhar, principalmente em não se posicionar para a bandeira durante sua execução.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Carpe Diem


(...)Mesmo triste eu tava feliz. E acabei acreditando em ilusões...
Eu nem pensava em ter que esquecer você.
Agora vem você dizer: "Amor, eu errei com você. E só assim pude
entender que o grande mal que eu fiz foi a mim mesmo."

Da música Ainda Lembro - Marisa Monte

Conto de Fadas Inclusivo

O projeto “Era uma vez um Conto de Fadas Inclusivo” é uma coleção de 11 livros, com textos e ilustrações de Cristiano Refosco. 

A inspiração foram os Contos de Fadas, com o diferencial de que os personagens principais apresentam algum tipo de deficiência, como mostra a ilustração ao lado. Os 11 livros terão ainda versão em áudio. 

Esse projeto tem apoio do Ministério da Cultura, Governo Federal, CULT Assessoria e Projetos Culturais e Lei de Incentivo a Cultura.

Sabia mais sobre o projeto no site: http://www.imaginancia.com.br


domingo, 12 de fevereiro de 2012

"O sucesso do seu evento, começa pelas escolhas certas"


Para você que não dispõe de tempo e necessita de auxílio para a escolha dos melhores profissionais para seu evento, casamento, aniversário... e com os melhores preços e descontos. Faremos todo o planejamento e cuidaremos de tudo o que for preciso para realizar o seu evento. 

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Eduardo e Mônica

Caros amigos... faz tempo que não dou o ar da graça por aqui... muito trabalho!
Mas esse video da VIVO em homenagem aos 25 anos da música Eduardo e Mônica, do
grande Renato Russo, fez com que eu voltasse aqui em meio a correria do dia-a-dia
para publicá-lo.

Simplesmente adorei... espero que gostem!



sexta-feira, 8 de abril de 2011

A EXECUTIVA BEM-SUCEDIDA ...

Foi tudo muito rápido. A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no peito, vacilou, cambaleou.
Deu um gemido e apagou.
Quando voltou a abrir os olhos, viu-se diante de um imenso Portal.
Ainda meio zonza, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas.Todas vestindo cândidos camisolões e caminhando despreocupadas. Sem entender bem o que estava acontecendo, a executiva bem-sucedida abordou um dos passantes:
- Enfermeiro, eu preciso voltar urgente para o meu escritório, porque tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida para cá por engano, porque meu convênio médico é classe A, e isto aqui está me parecendo mais um pronto-socorro. Onde é que nós estamos?
- No céu.
- No céu?.
- É.
- Tipo assim... o céu, CÉU...! Aquele com querubins voando e coisas do gênero?
- Certamente. Aqui todos vivemos em estado de gozo permanente.
Apesar das óbvias evidências nenhuma poluição, todo mundo sorrindo, ninguém usando telefone celular), a executiva bem-sucedida custou um pouco a admitir que havia mesmo apitado na curva.
Tentou então o plano B: convencer o interlocutor, por meio das infalíveis técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação era inaceitável. Porque, ponderou, dali a uma semana ela iria receber o bônus anual, além de estar fortemente cotada para assumir a posição de presidente do conselho de administração da empresa.
E foi aí que o interlocutor sugeriu:
- Talvez seja melhor você conversar com Pedro, o síndico.
- É? E como é que eu marco uma audiência? Ele tem secretária?
- Não, não. Basta estalar os dedos e ele aparece.
- Assim? (..)
- Pois não?
A executiva bem-sucedida quase desaba da nuvem. À sua frente, imponente, segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o próprio Pedro.
Mas, a executiva havia feito um curso intensivo de approach para situações inesperadas e reagiu rapidinho:
- Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva bem-sucedida e...
- Executiva. Que palavra estranha. De que século você veio?
- Do 21. O distinto vai me dizer que não conhece o termo 'executiva'?
- Já ouvi falar. Mas não é do meu tempo.
Foi então que a executiva bem-sucedida teve um insight. A máxima autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em modernas técnicas de gestão empresarial. Logo, com seu brilhante currículo tecnocrático, a executiva poderia rapidamente assumir uma posição hierárquica, por assim dizer, celestial ali na organização.
- Sabe, meu caro Pedro. Se você me permite, eu gostaria de lhe fazer uma proposta. Basta olhar para esse povo todo aí, só batendo papo e andando a toa, para perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para dar um upgrade na produtividade sistêmica.
- É mesmo?
- Pode acreditar, porque tenho PHD em reengenharia. Por exemplo, não vejo ninguém usando crachá. Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e quem faz o quê?
- Ah, não sabemos.
- Entendeu o meu ponto? Sem controle, há dispersão. E dispersão gera desmotivação. Com o tempo isto aqui vai acabar virando uma anarquia. Mas nós dois podemos consertar tudo isso rapidinho implementando um simples programa de targets individuais e avaliação de performance.
- Que interessante...
- É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização e um organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de perfis psicológicos não consigam resolver.
- !!!...???.!!!...???...!!!
- Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas factíveis de leverage, maximizando, dessa forma, o retorno do investimento do Grande Acionista... Ele existe, certo?
- Sobre todas as coisas.
- Ótimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing progressivo, encontrar sinergias high-tech, redigir manuais de procedimento, definir o marketing mix e investir no desenvolvimento de produtos alternativos de alto valor agregado. O mercado telestérico, por exemplo, me parece extremamente atrativo.
- Incrível!
- É óbvio que, para conseguir tudo isso, nós dois teremos que nomear um board de altíssimo nível. Com um pacote de remuneração atraente, é claro. Coisa assim de salário de seis dígitos e todos os fringe benefits e mordomias de praxe. Porque, agora falando de colega para colega, tenho certeza de que você vai concordar comigo, Pedro. O desafio que temos pela frente vai resultar em um Turnaround radical.
- Impressionante!
- Isso significa que podemos partir para a implementação?
- Não. Significa que você terá um futuro brilhante... se for trabalhar com o nosso concorrente. Porque você acaba de descrever, exatamente, como funciona o Inferno...

Por Max Gehringer